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Igreja Conventual de S. Salvador

Antigo mosteiro que data de meados do Séc. IX. A igreja, seiscentista, é a mais antiga da diocese do Porto, tendo levado 34 anos a edificar. Em meados do Séc. XII, este Mosteiro já teria adoptado a regra de Santo Agostinho. A fachada da Igreja apresenta-se regrada e austera. O granito dá-lhe um tom sombrio. A planta da Igreja é de nave única, com falso transepto aproveitado em capelas, inserindo-se ainda, no segundo terço superior da nave, duas capelas laterais.

As dimensões totais da Igreja (cerca de 45 x 11m), a envergadura e altura da nave de abóbada de berço, de caixotões regulares, o monumental cruzeiro, a relativa grandeza, apesar da sua pouca profundidade, das capelas laterais e, finalmente, a expressiva imponência da espaçosa capela mor, emprestam ao conjunto uma clara sensação de dignidade, grandeza e monumentalidade, já anunciada de resto, no portal principal sob a galilé e, logo depois, no amplo arco abatido que suporta o coro.

A riqueza da Igreja é manifestamente acrescentada pelo altar-mor e pelos dois altares do cruzeiro, de execução posterior ao edifício, em talha barroca maiata. Lembra-se ainda o azulejo seiscentista de padrão contínuo, o cadeiral dos cónegos, o tecto da sacristia em caixotões de castanho, a ala Norte do Claustro, o orgão barroco e a relíquia do Santo Lenho que se encontra lá desde 1085.

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  • Antigo mosteiro que data de meados do Séc. IX. A igreja, seiscentista, é a mais antiga da diocese do Porto, tendo levado 34 anos a edificar. Em meados do Séc. XII, este Mosteiro já teria adoptado a regra de Santo Agostinho. A fachada da Igreja apresenta-se regrada e austera. O granito dá-lhe um tom sombrio. A planta da Igreja é de nave única, com falso transepto aproveitado em capelas, inserindo-se ainda, no segundo terço superior da nave, duas capelas laterais.

    As dimensões totais da Igreja (cerca de 45 x 11m), a envergadura e altura da nave de abóbada de berço, de caixotões regulares, o monumental cruzeiro, a relativa grandeza, apesar da sua pouca profundidade, das capelas laterais e, finalmente, a expressiva imponência da espaçosa capela mor, emprestam ao conjunto uma clara sensação de dignidade, grandeza e monumentalidade, já anunciada de resto, no portal principal sob a galilé e, logo depois, no amplo arco abatido que suporta o coro.

    A riqueza da Igreja é manifestamente acrescentada pelo altar-mor e pelos dois altares do cruzeiro, de execução posterior ao edifício, em talha barroca maiata. Lembra-se ainda o azulejo seiscentista de padrão contínuo, o cadeiral dos cónegos, o tecto da sacristia em caixotões de castanho, a ala Norte do Claustro, o orgão barroco e a relíquia do Santo Lenho que se encontra lá desde 1085.

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