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“O ESCUDETE”

O Museu de História e Etnologia da Terra da Maia exibe na Galeria do Centro Comercial Maia Jardim, durante todo o mês de maio, a exposição "Na Fronteira do Esquecimento - O Escudete".

1 a 31 de maio
Exposição
Galeria do Centro Comercial Maia Jardim
NA FRONTEIRA DO ESQUECIMENTO
“O ESCUDETE”

O Museu de História e Etnologia da Terra da Maia exibe na Galeria do Centro Comercial Maia Jardim, durante todo o mês de maio, a exposição "Na Fronteira do Esquecimento - O Escudete".

A Terra da Maia, outrora possuidora de uma extensa área geográfica, terra fértil e húmida, proporcionou já do tempo da romanização, o desenvolvimento demográfico da região e, por consequência o desenvolvimento da habitação através dos tempos.
A existência de um grande número de casas agrícolas, com os seus portões e arcos de cantaria, não dispensam o ” ESCUDETE”.
“Para além do seu valor intrínseco e do interesse estético que despertava e desperta, a concepção decorativa destas materializações visava também a integração, na sua estrutura formal e compositiva, de elementos com ancestral carga simbólica. Daí que a função ornamental se associasse algo de carater mágico.”
Para proteção dos maus agoiros e superstições, a simbiose de elementos simbólicos é notória. A presença de corações e outros elementos decorativos, gravam a importância da família e a sua ostentação e riqueza.
Associado ao escudete, existe a “ALDRAVA”, peça em metal, de vários tamanhos e feitios, com ou sem elementos decorativos e, por vezes cunhavam a data de fabrico, geralmente pendurada na parte exterior do portão, em comunhão com o Escudete. A sua utilidade primeira serve de batente, quando acionada produz um forte som que facilmente é escutada pelo dono da casa, sinal que alguém se faz anunciar.
Assim sendo, entendemos organizar e produzir esta exposição temática sobre o “ESCUDETE”, onde poderemos mostrar aos munícipes da Maia, verdadeiras relíquias sobejamente conhecidas pelos mais idosos mas, também sabemos que a juventude terá a oportunidade de conhecer esta realidade tão usada pelos seus ancestrais.

Todos os dias, entre as 09h00 e as 23h00.
Entrada livre.