Ferramentas Pessoais

Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

Você está aqui: Entrada / Notícias e Eventos / A melodia da esperança

A melodia da esperança

Tal como estava anunciado, o coral infantil municipal dos Pequenos Cantores da Maia deu, no Dia Mundial da Criança, um concerto no serviço de pediatria do Hospital de S. João do Porto.

À hora prevista, 10h30, como é seu hábito, os Pequenos Cantores lá estavam prontinhos para cumprir a sua missão de levar um sorriso de alegria e esperança, em forma de belas e divertidas canções, que animaram os corações das crianças internadas naquele serviço.

Durante o concerto foi lida a mensagem do Presidente da Câmara Municipal da Maia, Engº. Bragança Fernandes, na qual expressava o seu íntimo desejo de rápidas e significativas melhoras para todos, manifestando ainda a sua gratidão aos profissionais de saúde, médicos, enfermeiros, auxiliares de acção médica e demais funcionários que quotidianamente se empenham, com denodo e abenegação, para minorar o sofrimento das crianças e das suas famílias, numa luta, quase sempre, contra o tempo e contra micro-inimigos, cada vez mais, difíceis de detectar e combater.

O Director do Serviço de Pediatria expressou ao Maestro dos Pequenos Cantores, Victor Dias,  o seu apreço pelo gesto e solicitou aos pequenos artistas que levassem a sua Música e a sua contagiante alegria, ao serviço de cirurgia pediátrica, ao hospital de dia e ainda à sala de quimioterapia, missões mais difíceis de cumprir, mas que foram levadas a bom termo, com o mesmo sorriso e satisfação de quem dá um abraço fraterno de solidariedade humana.

Victor Dias, na sua breve alocução sobre o Dia Mundial da Criança, realçou algumas das palavras do patrono do coral infantil municipal, citando o Presidente Bragança Fernandes, no seu agradecimento pela oportunidade dada aos Pequenos Cantores de crescerem de um modo equilibrado, entre a consciência da precariedade da saúde e da necessidade de a preservar e os valores éticos e cívicos que nos impõemo dever da solidariedade para com os nossos semelhantes, afirmando “…todos saímos daqui enriquecidos pela experiência humana de partilhar momentos, em que por um instante que seja, as crianças aqui internadas se esqueceram da razão que as faz permanecer neste hospital, e cantaram e bateram palmas ao ritmo das nossas canções… e isso já é um consolo para a Alma…”.

É claro que, aqui ou ali, houve que intervir com algum cuidado para que o ambiente emocional se mantivesse, como dizem os nossos irmãos brasileiros, num bom astral, sendo por vezes preciso enchugar, uma ou outra, lagrimazita no canto do olho, sobretudo dos mais sensíveis.