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Agenda Junho Fórum da Maia / Centr'Arte

Agenda de eventos a terem lugar no Fórum da Maia / Centr'Arte, durante o mês de junho.

EXPOSIÇÃO

"Os nomes opacos que damos às coisas"
Até 31 de julho

Em parceria com a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto continuamos com a apresentação do trabalho dos artistas/estudantes do Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (MPAC). Trata-se de um ciclo expositivo composto por quatro momentos sob a designação “Os nomes opacos que damos às coisas”. Uma espécie de homenagem à obra, tão importante, de Eco mas, também, um importante statement sobre as formas de intervir da arte e dos artistas.

Vamos já no segundo momento, intitulado de "Nas pequenas coisas", o qual decorre de 20 de maio a 5 de junho de 2016, onde participam os artistas Tânia Geiroto Marcelino, Maria Leonor Figueiredo, Malu Ribeiro, Hugo Santos e Rita Medinas Faustino. Segue-se o terceiro momento, intitulado de "Good place for an overnight trip", patente de 17 junho a 3 julho, com Leonor Pardar, Gonçalo DuarteDaniel LaureanoCarlos Arteiro.

Os grupos constituídos partem de uma orgânica ascendente e não de qualquer imposição. São grupos que se constituem voluntariamente e em forma de aproximações várias, desde as conceptuais às simplesmente formais ou até afetivas. A cada um dos grupos é acrescentada a presença de um artista que já passou pelo MPAC, ultrapassando-se preconceitos e barreiras entre quem já é e quem quer ser.

As exposições incorporam no seu âmago a diversidade das possibilidades em aberto nos nossos dias, desde a pintura em diálogo com o vídeo, como o desenho e o som transformado em elemento escultórico ou, então, aquelas intervenções que já não são sequer rotuláveis por conterem variadas disciplinas entretanto saudavelmente ultrapassadas por uma lógica de liberdade que privilegiamos no nosso fazer saber artístico.

ABERTA AO PÚBLICO: de terça a domingo das 09h00 às 22h00

CONTACTOS: 229408643 | margarida.fonseca@cm-maia.pt

FÓRUM DA MAIA | CENTR’ARTE

 

EXPOSIÇÃO

CÉSAR ABBOTT – EXPOSIÇÃO DE PINTURA (obras da Coleção da Câmara Municipal da Maia)

1 a 30 de junho

César Augusto Abbott, filho do artista Tomás Abbott Costa, nasceu no Porto a 3 de Agosto de 1910. Desde os 6 meses viveu em Pedrouços, afeiçoando-se assim, desde cedo, aos processos de viver e de sentir e aos modos de estar das gentes da Maia.

Frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde teve como mestres Acácio Lino e José de Brito, e bem assim a Escola de Mestre Joaquim Lopes, no Salão Silva Porto.

Realizou a sua primeira Exposição aos 12 anos, no Salão da Santa Casa da Misericórdia, juntamente com o seu pai. Depois, sucessivamente, expôs por dezenas de vezes nos mais diversos salões: Sociedade Nacional de Belas Artes, Atneu Comercial do Porto, Comissão Municipal de Turismo de Matosinhos, etc.

Destacou-se pelos inúmeros trabalhos realizados em aguarela e pelas ilustrações que fez para postais, livros infantis e jogos. Na coleção de livros “A forminha” podem ser vistas alguns dos seus trabalhos, assim como em jogos da antiga distribuidora de brinquedos Majora.

Faz parte do Clube Português de Aguarelistas e está representado, entre outros, nos seguintes museus: Museu Nacional Soares dos Reis, Museu Nacional de Lisboa, Museu Municipal de Coimbra, Museu de Vouzela, Museu do Marco de Canavezes, Fórum da Maia, Comissão Municipal de Turismo de Matosinhos, Governo civil e Câmara Municipal de Viseu, etc. Muitas dezenas de trabalhos seus estão dispersos por diversas coleções particulares do nosso país e do estrangeiro.

Faleceu a 2 de Junho de 1977 em Pedrouços, estando o seu corpo inumado no Cemitério de Águas Santas.

Esta Exposição visa dar a conhecer as obras de César Abbott que fazem parte do acervo municipal e que, na sua maioria, foram já expostas no Fórum da Maia. Nesta mostra será possível observar diversas pinturas, realizadas na sua maioria em aguarela, onde estão retratadas paisagens, pelourinhos e portais românticos, os temas que eram a imagem de marca na obra deste artista.

Pretende a Câmara Municipal da Maia, com esta iniciativa, criar condições para que esses bens públicos possam ser usufruídos pelo maior número possível de Munícipes, já que é para eles que os mesmos foram, são e serão paulatinamente adquiridos.

ABERTA AO PÚBLICO: de segunda a domingo das 09h00 às 23h00

CONTACTOS: 229408643 | margarida.fonseca@cm-maia.pt

MAIA JARDIM | CENTR’ARTE

 

EXPOSIÇÃO

TEMPO DEPOIS DO TEMPO – Exposição fotográfica de Alfredo cunha
4 de junho a 11 de setembro

Com “Tempo Depois do Tempo”, Alfredo Cunha apresenta uma exposição antológica concebida para o Fórum da Maia,  que reunirá cerca de 150 imagens, que inscrevem a nível cultural,  político e social o país no período pós 25 de Abril.

Alfredo Cunha é uma das maiores referências do fotojornalismo português. Nasceu em 1953, em Celorico da Beira, e começou a trabalhar como fotógrafo comercial e publicista nos inícios dos anos 70.

Colaborou para os jornais Notícias da Amadora, O Século, O Século Ilustrado (1972), Público (entre 1989 e 1997), Jornal de Notícias (2003), revista Focus (2000) e ainda para a agência LUSA (1987) e RTP2 (no programa Por Outro Lado, com Ana Sousa Dias, em 2002).

Publicou Raízes da Nossa Força (1973, com Helena Neves), Vidas Alheias (1975), Disparos (1976), Naquele Tempo (1995), O Melhor Café, Porto de Mar (1997, com textos de Rita Siza, Mário Soares e Agustina Bessa-Luís) ou, mais recentemente, Cuidado com as Crianças (2013), Cortina dos Dias (2012) e Os Rapazes dos Tanques (2014).

Expôs nas mais diversas galerias do Porto, Lisboa, Maia, Braga, Leiria, entre outras.  O seu retrato foi adquirido pelo Museu Internacional de Fotografia da Holanda, que apenas obtém 6 imagens dos fotógrafos mundiais.

Em 1985 é designado como fotógrafo oficial do então Presidente da República Mário Soares. Registou com a sua objetiva, numa idade jovem mas já madura, acontecimentos fundamentais da história contemporânea portuguesa, como a Revolução do 25 de Abril, o processo de descolonização ou as guerras civis em África (sobretudo Moçambique).

Atualmente trabalha como freelancer em projetos editoriais e documentais.

ABERTA AO PÚBLICO: de terça a domingo das 09h00 às 22h00

CONTACTOS: 229408643 | margarida.fonseca@cm-maia.pt

FÓRUM DA MAIA | CENTR’ARTE

 

17 de junho, 21h30
Música
Grande Auditório do Fórum da Maia
“GALANDUM GALUNDAINA”

Galandum Galundaina faz parte da genealogia de uma região com um património musical e etnográfico único, que durante muito tempo ficou esquecido. Ao longo dos últimos 20 anos o grupo contribuiu para o estudo, preservação e divulgação da identidade cultural das Terras de Miranda, Nordeste Transmontano.

O seu trabalho de investigação e recolha, junto de pessoas mais velhas com conhecimentos rigorosos do legado musical da região, a par da formação académica na área da música, concretizou-se num sentido renovado no modo de entender as sonoridades que desde sempre conheceram. Com a sua música não procuram criar novos significados, mas antes descrever os lugares e a vida; encontrar as raízes que permitem que a cultura se desenvolva.

Para além da edição de três discos e um DVD ao vivo, o trabalho do grupo inclui a padronização da gaita-de-foles mirandesa, a construção de instrumentos tradicionais (usados em concerto), a organização do Festival itinerante de cultura tradicional “L Burro i l Gueiteiro”, bem como a produção e programação de outros festivais/eventos relacionados com a cultura tradicional.

Em palco os quatro elementos apresentam um repertório vocal e instrumental na herança do cancioneiro tradicional das Terras de Miranda, onde as harmonias vocais e o ritmo das percussões nos transportam para um universo atemporal. Das memórias da Sanfona, da Gaita-de-foles Mirandesa, da Flauta pastoril, do Rabel, do Saltério, do Cântaro, do Pandeiro mirandês, do Bombo e da Caixa de Guerra do avô Ventura, nasce uma música que acumula referências, lugares, intensidades, tempos. Para Galandum Galundaina a música não se inventa; reencontra-se.

Os álbuns editados têm tido uma excelente apreciação pela crítica especializada. Em 2010 para além da atribuição do Prémio Megafone, o álbum Senhor Galandum foi reconhecido pelos jornais Público e Blitz como um dos dez melhores álbuns nacionais. Do seu roteiro fazem parte alguns dos mais importantes Festivais de World Music/Folk em Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Marrocos, Cuba, Cabo Verde, Brasil, México e Malásia.

Biografia
Com aproximadamente 20 anos de existência o grupo desenvolveu vários trabalhos. Para além da edição de três discos e do DVD ao vivo, também são de sua responsabilidade a padronização da gaita-de-foles mirandesa e a organização do Festival Itinerante de Cultura Tradicional "L Burro i l Gueiteiro".

Ao longo dos últimos anos o grupo interessou-se pela construção de instrumentos musicais de raiz tradicional e atualmente grande parte dos instrumentos usados em concerto são da sua autoria.

Os álbuns editados têm tido uma excelente apreciação pela crítica especializada. Em 2010 para além da atribuição do Prémio Megafone, o álbum Senhor Galandum foi reconhecido pelos jornais Público e Blitz como um dos dez melhores álbuns nacionais.

Do roteiro do grupo fazem parte alguns dos mais importantes festivais de música tradicional/”world music” em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Cuba, Cabo Verde, Brasil, México e Malásia.

O grupo Galandum Galundaina é composto por quatro elementos: Paulo Preto, Paulo Meirinhos, Alexandre Meirinhos e João Pratas.

Bilhetes à venda ao preço único de 10,00€, nos seguintes locais:
Fórum da Maia (segunda a sexta-feira 09h00 - 12h30 / 14h00 - 17h30, e uma hora antes de cada espetáculo).
Biblioteca Municipal da Maia (segunda-feira: 18h00 - 22h30, terça-feira a sábado: 09h30 - 22h30).
Maia Welcome Center (todos os dias entre 09h00 e as 19h00).
On-line: https://forummaia.bol.pt/

 

EXPOSIÇÃO

XI Bienal de Pintura //2015-2016// Prémio Eixo Atlântico // Prémio Jovens Talentos Luso-Galaicos
29 de junho a 24 de julho

Uma das chaves do sucesso do Eixo Atlântico é conferir escala a cidades pequenas e médias no contexto europeu. Esta escala não se revela só no contexto político e económico, mas também no cultural, do qual é exemplo esta Bienal que assina já a sua 11ª realização.

O mais autêntico espírito desta bienal é promover a criação pictórica como indústria criativa, entre os artistas da euro-região. Artistas que se dão a conhecer neste encontro de cultural e de arte, e que em não raros casos, são hoje pintores reconhecidos além-fronteiras. O mundo da arte nas nossas cidades conta com excelentes criadores, mas sofre de falta de visibilidade no exterior, medidas que os promovam em circuitos que vão além da cidade e do seu meio.

Este é precisamente o grande feito da Bienal de Pintura do Eixo Atlântico. A itinerância pelas cidades da euro-região constitui um prémio em si mesmo para as obras selecionadas por um júri independente, uma vez que durante dois anos se dão a conhecer em círculos aos quais não teriam acesso, além da junção cultural que supõe o conhecimento da obra dos demais artistas que convivem num mesmo espaço sociocultural. Cada dia são mais numerosos os galeristas que recorrem à Bienal para concertar as exposições dos novos valores da criação pictórica.

ABERTA AO PÚBLICO: de terça a domingo das 09h00 às 22h00

CONTACTOS: 229408643 | margarida.fonseca@cm-maia.pt

FÓRUM DA MAIA | CENTR’ARTE