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Art' Imagem na Maia

Quinta da Caverneira será o palco de inúmeras manifestações culturais promovidas pela Companhia de Teatro Art' Imagem.

Em Janeiro, a Quinta da Caverneira, situada em Águas Santas, será o espaço que irá albergar a companhia de Teatro Art' Imagem, fundada no Porto em 2001, responsável pela produção do Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia para esta autarquia há mais de uma década.

Será no corrente mês que se efectivará um protocolo de colaboração cultural entre a companhia e a Câmara Municipal da Maia. O acordo "visa incrementar o relacionamento entre ambas instituições, contribuir para a descentralização das actividades culturais, quer formativas quer lúdicas, apoiar as associações culturais do Concelho da Maia dotadas de núcleos de teatro e optimizar do ponto de vista da rentabilização cultural o espaço municipal da Quinta da Caverneira", segundo José Leitão, em entrevista ao Jornal Primeira Mão.

A Quinta da Caverneira, dotada de um Auditório com capacidade para cem pessoas, será o espaço de actividade teatral da Maia, que através das manifestações culturais ali realizadas, permitirá ser conhecido em toda a área metroplitana do Porto.

Em Fevereiro, o Grupo começa a promover nesse espaço uma programação regular, que vai incluir as estreias de alguns espectáculos e temporadas regulares do próprio Art' Imagem. O acordo prevê ainda uma estreita colaboração com as escolas do Concelho, e promoção de manhãs e tardes de teatro infantis e, para os utentes dos infantários, Workshops de teatro.

Além destas actividades, decorrerão as iniciativas como a Primavera do Teatro e o Festival Internacional de Teatro Cómico no Fórum da Maia.

José Leitão, adiantou ainda a intenção de retomar o trabalho na Oficina de Teatro da Maia "dando a oportunidade a jovens a partir dos 14 anos de serem sensibilizados com a própria arte". Além destas iniciativas, o Art'Imagem pretende organizar manifestações culturais com a população residente.

Na Maia, a companhia estará, no decorrer de 2008, receptiva a "apoiar, incentivar e procurar que os grupos de Teatro amador das colectividades da Maia possam ter um espaço bem equipado tecnicamente, para fazerem os seus espectáculos".

José Leitão considera "um ano de experimentação, de ganhar público, de mostrar às pessoas da Maia o quão é importante começarem a ir à Caverneira", uma vez que o protocolo será válido por cinco anos, renovável. Num futuro próximo, José Leitão, tenciona por em marcha alguns planos que visam o estabelecimento de parcerias com companhias de teatro e salas da Galiza e companhias nacionais para que os grupos que por ali passam possam trazer esses espectáculos à Maia.

Para que esta iniciativa se concretize, a companhia vai fazer acompanhar esta mudança para a Maia de pedidos de apoio às empresas do concelho. Reconhece tratar-se de "um salto qualitativo" na vida da companhia, disponível para trabalhar na Maia "como se fosse a segunda casa. Ou a primeira casa, nem sabemos bem", finaliza José Leitão em entrevista ao Primeira Mão.