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"CÉSAR DEVE MORRER"

No próximo sábado, 27 de setembro, 21h30, o Cineclube da Maia exibe, na Sala de Cinema do Centro Comercial Venepor, o filme "CÉSAR DEVE MORRER", realizado pelos irmãos italianos, Paolo e Vittorio Taviani.

Preço: 3,50€ normal | 3€ estudante | 1,40€ associado

Realizado pelos irmãos italianos Paolo e Vittorio Taviani, “César Deve Morrer” acompanha o dia a dia de um grupo de presidiários enquanto estes ensaiam a peça “Júlio César” de Shakespeare. Vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim, o filme recorre a prisioneiros condenados a pesadas penas para interpretar os papéis principais.

Berlinale, 2012
Leão de Ouro - Paolo e Vittorio Taviani
Prémio do Juri - Paolo e Vittorio Taviani
Festival de Cinema de Filadélfia, 2012
Prémio do Público - Paolo e Vittorio Taviani

Cor | 2012 | Itália | Drama | 76min | M12

Sinopse Na prisão de Rebibbia, Itália, o programa de teatro de amadores estreia uma bem sucedida interpretação da peça “Júlio César” de William Shakespeare. Meses antes, vários prisioneiros a cumprir pesadas penas são seleccionados para os papéis principais, de acordo com o talento e motivação. Ao longo dos ensaios, o contacto diário com o texto de Shakespeare alerta-os para o quão próxima a arte consegue estar das mais íntimas experiências da vida de cada um, tornando mais suportável o seu isolamento.

Realização: Paolo Taviani, Vittorio Taviani | Guião: William Shakespeare (peça "Júlio César"), Paolo Taviani, Vittorio Taviani | Produção: Agnese Fontana (co-produtor), Donatella Palermo (co-produtor), Laura Andreini Salerno (co-produtor), Cecilia Valmarana (co-produtor), Grazia Volpi | Música: Giuliano Taviani, Carmelo Travia | Direcção de Fotografia: Simone Zampagni | Montagem: Roberto Perpignani | Elenco: Cosimo Rega (Cassio), Salvatore Striano (Bruto), Giovanni Arcuri (Cesare), Antonio Frasca (Marcantonio), Juan Dario Bonetti (Decio)

Paolo e Vittorio Taviani nasceram em San Miniato, Itália, no ano de 1931 e 1929 respectivamente. Começaram a sua carreira como jornalistas e estrearam-se na realização de cinema em parceria com Joris Ivens no documentário A Itália não é um país pobre (Ivens e Taviani, 1960). Realizaram mais dois filmes com Valentino Orsini, Un uomo da bruciare (Orsini e Taviani, 1962) e I fuorilegge del matrimonio (Orsini e Taviani, 1963), antes de assinarem o seu primeiro trabalho a solo, Os Subversivos (Taviani, 1967). Ao longo da sua carreira construíram um cinematografia diversificada, com obras como Que Viva a Revolução (1974), Padre padrone (1977), Palma D’Ouro em Cannes, A Noite de São Lourenço (1982), Prémio do Juri em Cannes, Kaos (1984) e César Deve Morrer (2012), Urso de ouro em Berlim.

Salvatore Striano nasceu em Nápoles, Itália, no ano de 1972. Durante um período de reclusão na prisão de Rebibbia frequentou aulas de teatro de amadores, especialmente Shakespeare. Depois de ser libertado graças a uma amnistia, em 2006, estreou-se no cinema pela mão do director Matteo Garrone no filme Gomorra (Garrone, 2008), adaptado da obra de Roberto Saviano. Depois de alguns anos, voltou a Rebibbia, agora como actor, para interpretar o papel principal de Brutus no filme César Deve Morrer (Paolo e Vittorio Taviani, 2012), inspirado na sua própria experiência de presidiário.

cineclube da maia | sessão regular 62 | cinema centro comercial venepor | 27 de setembro de 2014