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FÓRUM DA MAIA / CENTR'ARTE - AGENDA JUNHO

Agenda Cultural - JUNHO - CENTR'ARTE

1 a 15 de junho

Galeria Torre Lidador

“ANZOL“, EXPOSIÇÃO COLETIVA DE PINTURA

 

Anzol é uma ferramenta para a captura de peixes, utilizado com o objetivo de fisgar o animal pela boca, atraído por algum tipo de isca que faça parte ou que pareça algum alimento usual da espécie.

… uma isca artificial está associada a um ou vários anzóis de modo a que o animal ao abocanhá-lo seja fisgado

e fique preso.

… onde se prende a isca para fisgar o peixe.

… aquilo que liga, une, ata;

… meio utilizado para a obtenção de algo, engodo, artimanha;

Um bom anzol deve possuir algumas características, independente do tamanho ou tipo de peixe:

1 _Deve ser construído com materiais resistentes, não devendo ceder sob o peso do peixe;

2 _Deve ter algum dispositivo de retenção, como uma fisga, para evitar que o animal se liberte;

3 _Deve ser construído com material degradável, não poluindo o meio ambiente e possibilitando que o peixe sobreviva, caso a linha se rompa.

Há uma enorme variedade de anzóis no mundo da pesca. Tamanhos, desenhos, formas e materiais são todos variáveis dependendo da modalidade da pesca e da espécie que se deseje capturar.

A exposição Anzol capta o ponto de vista de diferentes autores tendo como referência o anzol, como imagem ou conceito.

Os diversos resultados são o culminar do Projeto final de ano 2016/17 dos alunos do curso de Desenho e Pintura d’A Casa ao Lado - Centro Artístico.

Os alunos tiveram um tema e suporte em comum, sendo o tema o Anzol, e o suporte tela 92 x 120 cm.

Gratuito.

ABERTA AO PÚBLICO: de segunda a sexta das 09h00 às 18h00

CONTACTOS: 229408643 | infocultura@cm-maia.pt

 

1 a 24 de junho

Fórum da Maia / Centr’Arte

“Nowadays & Today (reality is a state of mind)” – André Lemos Pinto & Paulo Moreira



A realidade contemporânea, fruto do desenvolvimento exponencial tecnológico a que assistimos das últimas décadas do seculo XX à atualidade, avista-se resplandecente, eivada pelas torrentes de informação, as ligações em rede e pelo constante apelo ao consumo; observa um novo modelo na relação do homem com o meio que o cerca, uma nova relação com os espaços e os objetos, revelando outros paradigmas filosóficos relativos ao universo que nos rodeia. Na exegese dos fenómenos sobre a natureza da realidade, seguindo no rasto de Bernard d `Espagnat, aquilo a que apelidamos de realidade é apenas um estado de espirito, “o mundo que percebemos é meramente uma sombra da realidade final”. Reconsiderem-se as noções mais enraizadas de espaço e casualidade. A par da física quântica, o desenvolvimento da tecnologia nos diferentes domínios do conhecimento humano, veio iniciar uma nova conceção sobre os modos de vida, sobre os hábitos do quotidiano, implicitamente alterou os modos de relacionamento intra-humano e com os seus pares, a economia e a política, ou mesmo as noções de tempo e de espaço. Vivemos o tempo do mundo à distância de uma tecla, controlado por algoritmos. Neste sentido, a ideia de reflexão sobre os hábitos do dia-a-dia, as diferentes interações do homem com o meio e os objetos na contemporaneidade, agasalhando a pele dos artistas, procura na memória associada dos mesmos, referentes que se interpõem elos comunicantes entre o passado, a história (tanto pessoal como coletiva, os artistas enquanto seres sociais), e o momento presente, deixando em aberto o futuro, previsível mas ausente.

Serve esta pequena introdução para apresentar a mais recente proposta expositiva de “Nowadays & Today”, projeto comum desenvolvido por André Lemos Pinto & Paulo Moreira, a partir de 2015. Mostram agora no centro de exposições do Fórum da Maia, o resultado de um itinerário de trabalho conjunto. Lembrando a ideia original, o início de um projeto comum, pensado enquanto encontro de duas formas distintas de representação, ancorado num mesmo ideário, responde naturalmente sobre idiossincrasias e formas diferenciadas de pensar e agir. Ressalvem-se as distinções que não se pretendem anuladas, o pensamento individual, mas atente-se sobretudo nos pontos de confluência das obras, enquanto objeto global. O conjunto de trabalhos apresentados inflete sobre as experiências do quotidiano destes artistas, com certeza de raízes diferentes, expressas diferentemente quanto ao seu aspeto formal, mas que se pretendem num único trilho de pensamento. Território onde a realidade se constrói dos escombros das memórias, para figurar, após ter sido filtrada pelos seus próprios mecanismos.

Boris Fortuna (Nowadays & Today), 14 Fev. 2018

Gratuito.

ABERTA AO PÚBLICO: de terça a domingo das 09h00 às 22h00

CONTACTOS: 229408643 | infocultura@cm-maia.pt

 

1 a 28 de junho

Galerias Maia Jardim

“Quintas da Maia em aguarela”, Susana Carvalho

No mês de junho, poderão ser apreciadas as aguarelas de Susana Carvalho nas Galerias do Centro Comercial Maia Jardim. Todas elas, pertencentes ao acervo da Câmara Municipal da Maia, retratam as emblemáticas e majestosas quintas existentes neste Município.

Gratuito.

ABERTA AO PÚBLICO: de segunda a domingo das 09h00 às 23h00

CONTACTOS: 229408643 | infocultura@cm-maia.pt

 

29 de junho a 29 de julho

Fórum da Maia / Centr’Arte

“Social Advisory - Smart Content”

 

Social Advisory – Smart Content, é uma exposição protagonizada pelos alunos finalistas do curso de Artes Visuais do Colégio Novo da Maia. Os trabalhos refletem, na sua globalidade, discursos sobre a realidade que vivem e a sociedade onde se inserem, de um ponto de vista crítico, mas também, de experiência pessoal.

Intervenientes: Beatriz Santos, Catarina Pinto, Daniela D'Orey, Filipa Guimarães, Patrícia Rodrigues e Nuno Alves.

Gratuito.

ABERTA AO PÚBLICO: de terça a domingo das 09h00 às 22h00

CONTACTOS: 22 940 86 43 | infocultura@cm-maia.pt

 

29 de junho a 29 de julho

Fórum da Maia / Centr’Arte

XII BIENAL DE PINTURA EIXO ATLÂNTICO - Prémio Jovens Talentos Luso-Galaicos

 

“Mais um ano em que temos o prazer de apresentar este catálogo que reúne o estado da arte, neste caso literalmente, e da criação pictórica na Euro-região Galego-Portuguesa. A Bienal de Pintura do Eixo Atlântico celebra a sua XII edição, o que significa 24 anos dos 25 anos que cumpre o Eixo Atlântico em 2017, apostando pela arte e a cultura como sinal de identidade das cidades do Eixo Atlântico e ou, o que é o mesmo, da Euro-região Galiza-Norte de Portugal.

Sem infraestruturas não há desenvolvimento económico e sem desenvolvimento económico não há vida, mas sem políticas culturais, sociais e educativas, não há qualidade de vida; e até poderíamos mesmo dizer que também não há desenvolvimento económico, porque a cultura, entendida como indústria cultural impulsiona os territórios criativos e com eles gera atividade económica centrando-se numas das principais fontes de emprego, a par da saúde e da educação. Por tudo isto, é legítimo o orgulho com que apresentamos o catálogo da XII edição que é a constatação de que temos uma Euro-região rica em criadores e produção cultural.”

Ricardo Rio e Alfredo García Rodríguez (Presidência do Eixo Atlântico)

Gratuito.

ABERTA AO PÚBLICO: de terça a domingo das 09h00 às 22h00

CONTACTOS: 229408643 | infocultura@cm-maia.pt