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Quinta da Caverneira - Agenda Maio 2016

Aqui pode consultar a agenda da Programação Regular de Teatro da Quinta da Caverneira, para o mês de maio de 2016.

MAIO – QUINTA DA CAVERNEIRA

Domingo, 1 de Maio

FAZER A FESTA – Festival Internacional de Teatro

16h00 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia

Cavaleiro Procura-se | Teatro das Beiras

Covilhã

Teatro

50 M

M/3

É em primeiro lugar uma homenagem aos saltimbancos, trota mundos, e ao seu teatro ambulante. É neste universo imaginário do teatro itinerante que encontramos os nossos heróis de carne e osso, é nas suas aventuras e dissabores que descobrimos uma curiosa metáfora entre o teatro e a realidade. Neste universo de ficção, que tanta vez se mistura com a vida, um casal de atores dos tempos modernos, profissionais talentosos, recorrem à arte teatral para contar, de terra em terra, as ancestrais histórias de capa e espada. Entre muitas malas, trapos, bonecos, cores, personagens, objetos e muitas artes de magia, somos convidados a descobrir como o tão valente em valentia Cavaleiro conseguiu salvar a Princesa de dois monstros maléficos! O teatro vence batalhas!

Encenação e Interpretação Marco Ferreira e Sónia Botelho Cenografia e figurinos Marco Ferreira e Sónia Botelho Costureiras Ana Antão e Isabel Antão Apoio técnico Jay Collin Cartaz Bibiana Nunes Secretariado Eugénia Nunes Fotografia do cartaz Fernando Sena Fotos de cena Paulo Nuno Silva Vídeo Ivo Silva

 

19h00 Auditório da Quinta da Caverneira | Águas Santas/Maia

FAZER A FESTA – Festival Internacional de Teatro

NÔTE D’ MINDELO | Bilan & Flávio

Cabo Verde/Portugal

Música e Poesia de Cabo Verde

45 M

M/6

Nôte d’Mindel

Ê sabe e silenciosa

Nôte d’Mindel

Ê branca e luminosa

Nôte d’amor

De luar sim c´ma prata(...)

(Morna do compositor B. Léza)

Mindelo é o seu porto!, dizia-se.

Há já algum tempo que esta afirmação caiu em desuso. Contudo, o Mindelo de hoje será a consequência direta dos tempos áureos do seu Porto Grande. A descendência mindelense possui traços de carácter indelevelmente marcados por esse contacto com o mundo que aportava na sua baía. Mindelo é uma cidade cosmopolita na sua essência. Designada de capital cultural de Cabo Verde, Mindelo sempre foi a cidade do acontecimento e das grandes transformações culturais. Cidade de poetas e artistas variados, é a mais “cantada” de todas as cidades do arquipélago. Mindelo é a utopia em permanência. Cidade patologicamente poética, é à noite que desabrocha esplendorosamente para lá das fronteiras da realidade concreta do dia-a-dia. Dizia o poeta na morna “Nôte d’Mindel” que a noite do Mindelo é sedutora como os olhos de uma mulata. Foi precisamente essa morna que nos serviu de mote para, à nossa moda, contar a cidade. A nossa viagem é necessariamente poética. A cidade que aqui trazemos é uma espécie de Olimpo, onde talvez os deuses já não governam mas continuam a sonhar.

TEXTO adaptação a partir de vários autores BILAN música FLÁVIO HAMILTON ator residente do Teatro Art’Imagem

 

Sábado, 7 de Maio - 2130

Domingo, 8 de Maio – 18h00

O Dia Antes | URZE Teatro

Vila Real

Teatro

50 M

M/12

O DIA ANTES é um espetáculo que nos fala da realidade e das consequências culturais, sociais e económicas que vivemos nas sociedades contemporâneas, com um sentido tragicómico protagonizado por dois mendigos que acordam ao som das vozes de uma multidão. No desenrolar do tempo, ora dramático, cómico, ou poético, vivem as suas rotinas, e as situações dramáticas e absurdas com comicidade, abdicando do passado e do futuro, apenas com o presente que lhes anuncia o dia que esperam. Toda a indinação que vivenciam confunde-se com a angústia e a expectativa de um dia que há-de vir, obrigando-os a viver o dia antes como o único. O dia antes preenche-lhes a rotina, e um pão. O pão. Mas resta-lhes apenas o cansaço, a humilhação e a fome. No m a sombra de uma árvore anuncia-lhes a primavera, a sombra da liberdade.

textos originais Raúl Brandão dramaturgia e encenação Fábio Timor, Glória de Sousa espaço cénico Fábio Timor música Pedro Pires Cabral desenho de luz criação coletiva figurinos Glória de Sousa Isabel Feliciano

 

13 Maio, sexta | 21h30

La Especie Dominante | Teatro Guirigai

Espanha - Badajoz

M/12

60M

O Sr. Andreu – catedrático de economia política e assessor de várias entidades financeiras e instituições públicas – toma relaxadamente um aperitivo e opina sobre os jovens manifestantes que protestam nas ruas. Enquanto saboreia o seu vermute sucedem-se um leque de cenas em escritórios, lojas, hotéis, dormitórios, bares... que nos mostram a paisagem da vida quotidiana. Ao querer pagar o vermute, o empregado, um ex-aluno seu, traz a lógica das suas teorias económicas ao pagamento do aperitivo.

Interpretação Cándido Gómez, Mario Benítez, Nuqui Fernández , Magda Gª-Arenal Texto e direcção Agustín Iglesias Ajudante de Direcção Oscar Salinas Video Nacho Vilaplana Desenho de Vestuário Laura Campos Espaço Cénico Jose Iglesias Desenho Gráfico Nacho Vilaplana Música Memorial de Michael Nyman, Skokiaan de Louis Armstrong & His All-Stars, Dzajori Romanio de Lakhere Bala e Ida Kelarova, Una Mujer como yo de Albita, There's More to Life Than This de Björk, Oye 2014 de Santana, Pitbull; Şah-ı Merdan de Kardeş Türküler, Take Five de The Dave Brubeck Quartet Técnico José Mª Mato

 

14 de Maio, sábado | 18h00

Exposição | 14 de Maio a 30 de Junho

O Teatro Art’Imagem e a sua incursão a autores russos

Inauguração

Entrada livre

Patente até 30 de Julho (segunda a sexta 10h-18h)

O Teatro Art’Imagem e a sua incursão a autores russos

Obras dos autores russos Anton Tchecov e Leon Tolstoi levados a cena pelo Teatro Art’ Imagem são o mote para o Fundo Teatral Art’Imagem relembrar esses textos e espetáculos, numa exposição em que estarão patentes fotografias, vídeos, adereços, cenografia, figurinos, livros e outros pretextos para uma visão e abordagem do teatro, da música, da pintura e da literatura russa no nosso panorama.

 

26 Maio, quinta-feira | 21h00

Os malefícios do tabaco de AntonTchecov | Teatro Falado (comunidade de leitores de teatro)

Fundo Teatral Art’Imagem/C.M.Maia

Biblioteca da Quinta da Caverneira

M/16 anos

Gratuito

Anton Tchecov (29-01-1860/15-07-1904) dizia: "a medicina é a minha legítima esposa; a literatura é apenas minha amante". Médico, dramaturgo e escritor russo, foi considerado um dos maiores contistas de todos os tempos.

Como dramaturgo criou quatro clássicos: A Gaivota; Tio Vânia; As Três Irmãs; O Jardim das Cerejeiras. Estas obras representam um desafio tanto para atores como para públicos: em vez da atuação convencional Tchecov oferece um "teatro de humores" e uma "vida submersa no texto" mas… nem todos apreciaram o desafio:

Leon Tolstoi disse a Tchecov: "Sabe, eu não consigo tolerar Shakespeare, mas suas peças são ainda piores…" No entanto, Leon Tolstoi admirava as novelas de Tchecov (A Estepe; A História de um Desconhecido; Minha vida; O Duelo; Três anos).

Já Vladimir Nabokov (outro grande escritor nascido na Rússia) dizia que Tchecov escrevia livros tristes para pessoas alegres: “o mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem

repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.”

[a minha mulher ordenou-me que falasse hoje dos malefícios do tabaco,

e não tenho por isso outro remédio senão obedecer-lhe]

Os malefícios do tabaco, escrito em 1886, foi uma das primeiras obras de teatro (monólogo) de Tchecov.

É a 6ª criação do Teatro Art’Imagem, estreou em 1985 e foi encenada e interpretada por José Gonçalinho.